
Da minha janela vejo a chuva cair
Almas perdidas
Sem ter para onde ir
Aquela enxurrada
Um barquinho de papel
Árvores e folhas dançando
Como anjos no céu
Um relâmpago de memórias
Chegando à minha mente
Vida passageira como essa chuva de repente
Muito estrago causou
Aquela chuva tão inocente
Meus pensamentos, arrastou
Assim como uma grande enchente
Minhas lembranças, levou
Poça de lama no chão
Lavagem da alma
Água de purificação
Paz no coração
Agora estou
Aqui esperando
Outra chuva surpresa
Outra força da natureza
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Poesia de Alessandra Protzner. Estudante, 15 anos.
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