Falaí!

Seu nome era Enéas

 

Em 2002 candidatou-se a deputado federal por São Paulo, obtendo a maior votação da história brasileira para aquele cargo. Seu partido obteve votos suficientes para, através do sistema proporcional, eleger mais cinco deputados federais (mesmo com votações inexpressivas, abaixo dos mil votos). Este episódio ficou marcado pela polêmica de que alguns destes candidatos teriam mudado de colégio eleitoral de forma ilegal apenas para serem eleitos pelo princípio da proporcionalidade, confiando nos votos conferidos ao partido através de Enéas. Enéas também participou ativamente das eleições para prefeitos e vereadores em 2004, ajudando a eleger vereadores em várias capitais, como Rio e São Paulo, e prefeitos em pequenas cidades.

 

 

Alguns vídeos dessa figurassa. Clique aqui, aqui e aqui.

Um resumo da vida de ENÉAS. Clique aqui.

 


No início de 2006, Enéas passou por sérios problemas de saúde, uma pneumonia e uma leucemia mielóide aguda, fazendo com que ele optasse por retirar sua folclórica barba, antes que a quimioterapia o fizesse. Ainda em função de seus problemas de saúde, em junho de 2006 Enéas anunciou que desistiria de sua candidatura à Presidência da República e que concorreria novamente à Câmara de Deputados. Na nova campanha, mudou seu bordão para “Com barba ou sem barba, meu nome é Enéas”. Foi reeleito com a quarta maior votação no estado de São Paulo, atingindo 386 905 votos, cerca de 1,90% dos votos válidos no estado.



 

 

 

 

 

 

No dia 6 de maio de 2007, aos 68 anos, Enéas Carneiro faleceu em sua casa, vitimado pela leucemia mielóide aguda, após ter desistido do tratamento quimioterápico e abandonado o hospital onde era tratado.

 



 

A danada da língua pode estar certa

 

Quando comecei a escrever esse post fiquei na dúvida de qual coluna ele entraria. Afinal, tô querendo dar minha "Cara a tapa", pois num sei se "Você lembra?", mas era bom demais ir pro campo gritar "Gooooooool!" do Villa. Caramba, a paixão é antiga. Mais de 100 anos de história, lágrimas e festa em torno do querido leão. Me arrepio só de lembrar da final do campeonato mineiro de 1997. RECORDE de público no mineirão. Mais de 130.000 pessoas! Todas as pessoas que eu conheço estavam lá e Nova Lima ficou vazia durante aqueles 90 minutos. Mas, passado o jogo veio o orgulho de ter visto aquilo de perto. Ver que o time jogou de igual pra igual com um Cruzeiro bem armado (campeão da libertadores daquele ano!) de Dida, Palhinha, Ricardinho, Marcelo Ramos, Elivelton, Gotardo e companhia. Foi um jogo duríssimo, com um placar magro de 1x0 e alguns gols inacreditáveis perdidos pelo Leão do Bonfim.

Mas, tirando esse episódio a última sensação de orgulho foi o título da Taça Minas Gerais de 2006. Pô! É só isso que a torcida merece? E os mineiros medíocres que o time vem jogando? E a Copa do Brasil que cada dia fica mais distante? Até os mais fanáticos tão perdendo o gosto de torcer pelo time. O campo tá sempre vazio! Presidente vai, presidente vem e o time só tá afundando. Quando revelamos bons jogadores, cedemos a preço de banana pro mercado!

O que está acontecendo com o Villa Nova Atlético Clube? E a Taça Minas Gerais desse ano? Tomara que eu queime minha língua, mas será que contratar jogadores mais caros e experientes não seria uma estratégia muito remediativa?

Ontem mesmo comentei que quero ver o próximo jogo, mas me falaram que eu vou passar mais raiva que no ano passado. Será possível?

Já tô me cansando de ser zoado por atleticanos e cruzeirenses, hein...

"Quem falou que o Villa morreu, se enganou! O Villa não morreu nem morrerá. Deixa a danada da língua do povo falar!"
Eu cantava isso cheio de certeza, agora nem tanto. Mas continuo guardando o Leão no coração.

Vídeos relacionados
Villa Nova velha história, Antônio Villa Nova, Final da Taça Minas Gerais 2009, A segunda charanga do Brasil.

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Por: Diego

 

Testículos apertados

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Em tempos de Festa do Cavalo, nem todos ficam felizes. Tenho escutado diversos depoimentos como o texto de nosso colaborador de hoje, Santiago. Segue abaixo, o texto na íntegra.

 

Um dos eventos mais tradicionais da cidade está maltratando animais como é o caso dos rodeios onde touros tem seus testículos apertados por uma cinta, alguns cavalos são chicoteados no amestramento além de toda a sujeira feita pelos animais nas ruas da cidade, o número de furtos a veículos aumenta e também a violência e uso de drogas. As ruas são fechadas impedindo o trânsito de veículos o que atrapalha muitos profissionais. As bandas contratadas tocam pela madrugada incomodando vizinhos com a música alta, o policiamento não é efetivo. Não sou contra a festa, sou contra o maltrato de animais e liberdade de trânsito e opinião. Peço as autoridades competentes uma solução.

 

Por Santiago Sacramento Clemente.
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